Descubra a forma ideal de diversificar sua carteira e aumentar seu retorno



Se você já tem costume de investir seu dinheiro e gosta de estar sempre por dentro dos produtos do mercado financeiro provavelmente já ouviu falar sobre fundos quantitativos, os famosos fundos de robôs de investimentos. Eles buscam criar algoritmos capazes de automatizar modelos e ganhar com as distorções presentes no mercado.

Em um fundo quantitativo todo o processo de investimento é baseado em modelos matemático-estatísticos, que tomam as decisões de investimento baseados em dados históricos dos ativos e dados real-time (preços, volumes, médias móveis, candles, etc.). A premissa básica é que determinados padrões de comportamento ocorridos no passado tendem a se repetir no futuro.

Dentro desse universo, um fundo quantitativo que vem ganhando cada vez mais espaço na carteira de grandes investidores é o Murano.

CONHEÇA UM POUCO SOBRE ESSE FUNDO

Uma característica do Murano é que ele não possui viés direcional no longo prazo. Na média, encontra-se aproximadamente 50% do tempo comprado e 50% do tempo vendido nos ativos em que operam. Dessa forma, ele é capaz de capturar movimentos de alta volatilidade (seja movimentos de alta ou baixa) da bolsa, juros, dólar, entre outros, e ganhar dinheiro com isso.

O Murano é um fundo descorrelacionado tanto do Ibovespa quanto do dólar. É possível visualizar isso através do gráfico abaixo, os piores momentos do Ibovespa foram os melhores do fundo.

QUAL O “PREÇO” A SER PAGO PARA OBTER UM FUNDO DESSE TIPO?

A volatilidade média anualizada do Murano FIC FIM é de aproximadamente 10%. Ao ver esse valor tão alto muitos investidores se assustam, mas é de extrema importância que todos entendam o que isso significa antes de tomar sua decisão de investimento.

Essa taxa é normal para um fundo como o Murano. Ele possui um comportamento médio similar ao de um ativo comprado em volatilidade. À medida que a volatilidade do Ibovespa vai aumentando, os retornos do Murano ficam cada vez mais atraentes.

Ao incorrer em riscos mais altos espera-se que o retorno também seja maior. Mas nem sempre isso ocorre, por isso é importante analisar atentamente o índice Sharpe dos fundos, índice que mostra razão entre o excesso de retorno em relação ao benchmark e o risco incorrido (representado pela volatilidade).

O retorno absoluto do Murano foi de aproximadamente 144% em relação ao CDI, em um período de seis anos. Como a volatilidade do fundo é de 9,76% o índice sharpe médio é de 0,63. Isso basicamente significa que durante esse período o fundo conseguiu entregar, em média, CDI + 6,14% a.a

Outro indicador  importante e que pouca gente conhece ou usa em suas análises é o índice sortino. Ele é muito semelhante ao índice sharpe, mas considera apenas a volatilidade dos retornos negativos do fundo, em vez da volatilidade dos retornos como um todo.

Fundos que possuem o sortino maior do que o sharpe, como é o caso do Murano, mostram ao investidor que os retornos negativos, na média, variam dentro de um intervalo muito menor do que os retornos positivos.

Alguns números que evidenciam o que foi falado acima:

MOMENTOS RUINS SÃO INEVITÁVEIS

O gráfico mostrado anteriormente mostra que os retornos do Murano são muito bons. Entretanto, é importante que o investidor perceba que ele não é uma linha reta, ou seja, está sujeito a períodos de queda e altas.

Foram três grandes quedas que duraram, em média, cinco meses cada (conforme mostrado nos gráficos abaixo). Para um fundo de volatilidade em torno de 10% a.a., esses movimentos foram absolutamente normais. Entretanto, aqueles que querem investir nesse fundo precisam ter paciência e foco no longo prazo para que mesmo que passem por períodos de drawdown (queda expressiva) consigam testemunhar a recuperação do fundo e assim, obter retornos satisfatórios com ele.

Gráfico de drawdown do Murano

POR QUE INVESTIR NESSE FUNDO? 

É possível encontrar fundos multimercado que possuem retornos semelhantes ao do Murano e muitos deles com volatilidade menor. Então, por que devo escolhê-lo para compor minha carteira?

O Murano FIC FIM é um dos fundos mais descorrelacionados de toda a indústria de fundos brasileira.  Abaixo vemos a correlação do Murano, do Kadima e do Visia Zarathustra (outros fundos quantitativos muito conhecidos) com o Ibovespa. É possível perceber que o Murano é o mais descorrelacionado dentre eles. Cabe ressaltar que quanto mais próximo de 0, menor a correlação entre os ativos.

Além disso, o fundo também é descorrelacionado com os demais fundos multimercado. A tabela abaixo mostra isso.

Basicamente isto significa que ele é um dos fundos com maior potencial de hedge (proteção) que existem. Sua performance histórica é notável, mas a descorrelação e o potencial de hedge que ele possui numa carteira são as características que chamam a atenção.

Ao inserir o Murano como 11º fundo de uma carteira composta apenas pelos top 10 multimercados desde abril de 2013, é possível perceber que todas as métricas de risco e retorno desta carteira melhoraram. Nos momentos em que os multimercados mais perderam dinheiro, a presença do Murano na carteira teria amenizado estas perdas significativamente.

APROVEITE ESSA OPORTUNIDADE

O Murano FIC FIN está aberto e configura-se como uma excelente oportunidade para aqueles que querem diversificar sua carteira e potencializar seus retornos.

Gostou desse fundo? Para conhecê-lo um pouco melhor e descobrir como encaixá-lo de forma adequada em sua carteira entre em contato conosco. Oferecemos assessoria gratuita para que nossos clientes consigam realizar investimentos estratégicos e inteligentes. Além disso, buscamos deixá-los sempre por dentro das melhores oportunidades do mercado financeiro.


Luana Dennis

Luana Dennis é analista de conteúdos da WeInvest. Como uma grande entusiasta das transformações que a educação financeira e o investimento inteligente e estratégico podem trazer na vida das pessoas ela visa sempre acompanhar de perto o mercado financeiro para produzir conteúdos de alto padrão.


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